Só tenho 23 anos de idade, mas, continuo acreditando que minha cegonha era cega e me largou no planeta errado (sim, ela era interplanetária). Apesar de ser feliz, vivo um conflito interno que difere ações e reações de pensamentos. Cheia de idéias e capaz de compreender quaisquer singularidades, reações infantis, de pouca credibilidade, teimam em burlar minha competência.
Diversão? Sempre maior quando me jogo numa poltrona de uma sala de cinema aconchegante e passo horas envolvida em mundos paralelos inexistentes, quase existindo.
Com o amor tenho pouca intimidade. Os poucos que souberam lidar (e entender) a conquista de meu mundo, foram embora impacientes, sem certeza de qualquer momento.
Minha essência ronda o mundo dos sonhos e quer escrever livros sentada na varanda de uma casinha de madeira, de frente para um lago calmo, de poucas estórias.
PRECISO DE UM ESTÁGIO EM JORNALISMO
Jornalista | Web Designer
Inglês avançado | Francês básico
The Life of David Gale.
Eternal Sunshine of The Spotless Mind.
Dancer in The Dark.
The Jacket.
The Lake House.
Le Fabuleux Destin D'Amélie Poulain.
The Village.
Lady in Water.
Quills.
Heavenly Creatures.
Titanic.
The Shining.
The Sixth Sense.
Scream.
Scream 2.
Scream 3.
The Blair Witch.
Butterfly Effect.
Twister.
At First Sight.
Sonhei que uma colega de infância estava grávida... Encontrava com ela no corredor da casa dela. O papo surgia quando Flavinha me perguntava se eu gostaria de ter filhos:
“Sim. Mas quero poder tê-los. Querer já é uma constante desde meus 21 anos de idade. Ainda assim, priorizo adoção. Não sei se nascerá algum de mim”, respondi-lhe.
Então existia um balão e eu voava, gritava de felicidade. E aí não era mais balão, apenas um pequeno pedaço de papelão... Um impulso e vôos controlados por pequenos movimentos... Muito bom. Bastava seguir a direção do vento.
Abooout...
Hoje não me importo com qualquer coisa. Acabei me descobrindo em várias outras cousas. Estou mais forte, continuarei assim: SOZINHA, mas feliz. Buscando meu sorriso em minha própria vivência. Amigos? Sim! Amores? NÃO.
Se algum interessado quiser permanecer na minha história, melhor mudar os planos. Ninguém ultrapassará a zona de perigo porque já não há mais o que assegurar.
PATÉTICO é julgar alguém pelo que lhe encanta os olhos e suspira a alma.
Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco - Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa. (Dados não confirmados)
Enviado por Cleison (Bigaaaduuu, Kley!)
LEIAM QUE É MUITO INTERESSANTE!
Redação:
"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo par a provocar alguns sinônimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva".
Já sentiram vontade de colocar pingos em todos os is da vida? Estou assim! Porque tem muita coisa que quase ninguém sabe! E por causa disso mesmo, me julgam parte de uma tribo qualquer. Culpa dos momentos ociosos deturpando meus pensamentos (saaaco!).
Hoje fiz a matrícula... Vi uns amigos de publicidade... Demorei pouco, tinha pressa.
MENINAS, PRECISO DE UM CONSELHO ADULTO!!! O que a gente faz com homens que pedem um tempo?
PÂNICO EM ALTO MAR Hans Horn, "Adrift" (nos EUA foi lançado como "Open Water 2" - uma seqüência de "Mar Aberto"), EUA, 2006
Sinopse: Grupo de amigos dos tempos do colégio faz uma viagem em alto mar num luxuoso iate. Ao pularem na água para nadar, descobrem não haver cordas ou escadas disponíveis. Em mar aberto, longe de tudo, precisam encontrar uma forma de voltar a bordo.
Sabe onde está o problema deste filme?
No tempo. O objetivo é óbvio: eles precisam voltar para dentro do barco. Você só não sabe se eles vão conseguir ou não (um final feliz ou dramático?). ENTRETANTO, já tem conhecimento de que, até o fim, o filme será composto de tentativas e frustrações em todas elas.
O decorrer é extremamente premeditado. Em outras palavras: eles vão tentar e tentar, sofrer, chorar, alguém vai morrer e você vai sofrer horrores quando lembrar que a bebezinha está sozinha lá dentro.
Eu, particularmente, nesta situação, com seis pessoas que freqüentam academias, fortes e saradas, faria uma espécie de cadeirinha do vovô com 5 pessoas e a mais leve subiria pisando ali. Conseguem sim. Quantas menininhas do nado sincronizado surgem das águas lançando uma outra em alturas?
Enfim... A idéia é bastante sensata já que o único cenário do filme é o mar e um iate. Seis personagens pouco conhecidos e um bebê.
THE LAST GOODBYE Lara Fabian ("Larinha" para os íntimos)
We can run away together
If that's what you want
We can hide away forever
If that's what you want
So just close the door
Let nobody else in
Ah yeah
Close the door
We can live right here in
Our bed
Chorus :
'Cos anything else
Is wasting time
You're all that I wanted
Out of my life
Just let me grow old
Here by your side
Until the end of time
Till the last goodbye
Let's just live here in the moment
Sharing something real
Let's not spend these hours talking
Give me something I can feel
Oh come
Close to me
Let no ray of light in between
Close to me
We don't know
Where I end and you begin
Chorus
Let's shut the world out
See a chance and let's take it
Seize on the moment
And baby let's make it out
And we'll work it out
Somehow
How to live here and now
Isso foi uma aula prática da cadeira "Prática em telejornalismo". Bem, dá pra perceber como me divirto e me aborreço com meus próprios erros,não? KKK...
Agradecimento especial para Thiago Nunes, que fez a filmagem.
- Xavier?
(minutos depois...)
- Ohhh?!?!?!?!?! - Listen, i don’t have a long time here, but, I’m calling because it’s a special day and I wanted to say by myself... So, happy birthday for you! I wish you the best and I hope that you’ll come one day for receiving my hugs and kisses, okay?
- Ah, sure, sure, sure I'll.
No MSN:
- It's okay, I did it. Hehehe!
- thank you :)
i only listened twice
i saw that the number was hidden, and as i was sleeping, i shut phone of
and the second time, i thought it was time to answer - I'm sorry!!!
- you called 8 minutes before the next day
no no, no problem
i don't even know how i fall asleep - Thaaanks, God! But I'm trying since a long time! Pfeou!
Better, than, you could think I'd forgot.
Hehehe!
I'm sorry for wake you up...
- don't worry, everything's alright
bon, i'll see you later
i'll write a mail tomorrow - Okay.
Tell me how was ur day in there.
- oke oke
see you later
thank you again
Buy buy... - Bye bye. Sleep well (I'm sorryyy!).
- no probleù
m
MEU AMOR POR ESTA PESSOA É MAIOR
QUE QUALQUER OUTRO AMOR QUE JÁ AMEI!
Estratégia para se livrar do chato sentado ao seu lado no avião:
1. Silenciosa e calmamente, abra o seu notebook.
2. Inicie o sistema.
3. Tenha certeza de que o chato esteja olhando para a tua tela.
4. Feche os olhos e incline a cabeça para o céu, pronunciando sons árabes incompreensíveis.
5. Então, clique no link:
http://www.thecleverest.com/countdown.swf
P.S.: O post de Harry Potter ficará para amanhã, não tenho muita coisa excitante para dizer, na verdade (iiihhh!).
P.S.2.: Roubei isto do site da Fernanda. KKK... Ela está nos meus preferidos. ("oO? oO!")
EUu, CHRISTIANE F. - 13 ANOS, DROGADA E PROSTITUÍDA Ulrich Edel, "Christiane F. - Wir Kinder vom Bahnhof Zoo", Alemanha, 1981
Sinopse: Na cidade de Berlin nos anos 70, Christiane (Natja Brunckhorst), uma linda adolescente, mora com sua mãe e sua irmã menor em um típico apartamento da cidade. Ela é fascinada para conhecer a "Sound", uma nova e moderna discoteca. Apesar de menor de idade ela pede a sua amiga para leva-la lá ela conhece Detlev (Thomas Haustein), assim ela se aproxima do terrível mundo das drogas. Primeiro é o álcool, depois a maconha, assim passo a passo ela começa a mergulhar cada vez mais profundamente no submundo do vício e da prostituição colocando-se à beira da morte. Um filme de cenas fortes e muito reais que nos transmite os horrores do mundo do vício entre os jovens.
Muito bom. Fiquei encantada com a atuação da pequena. Nos créditos fiquei sabendo que este foi o único filme feito pela atriz.
O filme, paradão, lóóógico, tem cenas de pouca revolta, muita inocência. Comovente. Você compreende as atitudes da garota drogada, prostituindo-se. Não considera correto, mas não consegue condenar.
A pouca atitude dos pais parece justificável, você também sente-se impune. Capaz de ver, impossível de interferir.
Nota 10.
P.S.: Parece que não é Eddie Murphy em "Uma Noite no Museu" ("Night at the Museum"), mas um ator bem parecido.
P.S.2.: Amanhã eu posto sobre Harry Potter e a Ordem da Fênix (fui para a estréiaaa!).
UMA NOITE NO MUSEU Shawn Levy, "Night at the Museum", EUA, 2006
Sinopse: As estátuas de cera e esqueletos de dinossauros de um museu de história natural começam a ganhar vida, trazendo problemas para um segurança noturno. Dirigido por Shawn Levy (A Pantera Cor-de-Rosa) e com Ben Stiller, Robin Williams, Steve Coogan, Dick Van Dyke, Mickey Rooney e Owen Wilson no elenco.
Muiiito booom!
De repente, me questionei: "por que não pensaram nisso antes?". Este tipo de pergunta é uma prova de tamanha criatividade.
Tem a "verossimilhança" que procuro tanto em qualquer estória. Nem esperava uma explicação para àquela realidade, mas obtive.
Interessante ver atores como Robin Williams e Eddie Murphy em papéis pequenos e participações especiais (falando em Eddie, soube de uma coisa horrorosa que ele fez com a Spice Girl lá... Ele disse que não sabia de quem era o filho que a morena do quinteto estava esperando há um tempo atrás. Feito o DNA, foi revelado que ele era o pai. Que safado!).
No mais, dei muitas gargalhadas, adorei as briguinhas bobas entre o todo-imperador e o todo-caubói. Muito bom, muito bom mesmo. Pode ser que um dia esse filme se torne uma "sessão da tarde", mas para o momento é muito válido.
PULSE
Jim Sonzero, "Pulse", EUA, 2006
Sinopse: Poucos dias após morrer, um jovem entra em contato com seus amigos através de e-mails.
PURO LIXO.
Wes Craven, eu te adoravaaa, e, você ainda pode usar a desculpa de não ter dirigido esta bosta, mas estar na produção de uma porcaria dessa é sujar o curriculum, é vergonhoso!
REVOLTANTE é o dinheiro que gastei para perder 2h com essa droga.
Tentaram fazer uma versão melhor de "medo.com" ("feardotcom"), foi? Minha nossa senhora, nem "Eclipse Mortal ("Pitch Black") foi tão ruim! Além de tentarem fazer aquelas mobilizações que acontecem quando um filme tenta retratar a pane no planeta (sabem? Como "Impacto Profundo" ("Deep Impact") ou "O Dia Depois de Amanhã" ("The Day After Tomorrow"), soltaram um avião caindo em chamas que surgiu nãoseidaonde, com sabeláDeus que finalidade! Por favor, me polpem, vão alimentar os mortos de fome na África, não gastem dinheiro com porcaria.
Ah, não, olha só, mas o final, a mensagem final deles é um CLÁSSICO! Me bolei de rir, vocês precisam ver a profundidade dessas palavras:
"Nunca mais poderemos voltar.
As cidades são deles.
Agora, nossas vidas são diferentes.
O que devia nos conectar um ao outro...
acabou nos conectando com forças que nunca imaginaríamos.
O mundo que conhecíamos acabou.
Mas a vontade de viver nunca morre.
Nem para nós...
nem para eles."
Paaalmaaas! Plac, plac, plac!
(NÃO ASSISTAM!) As críticas não morrem aí. O trailler está cheio de cenas cortadas no filme, além de não ser ABSOLUTAMENTE NADA empolgante, como "APARENTA".
EM NOME DE DEUS Peter Mullan, "The Magdalene Sisters", Inglaterra, 2002
Sinopse: Irlanda, década de 60. Margaret (Anne-Marie Duff) foi estuprada num casamento por seu primo. Bernardette (Nora-Jane Noone) é muito bonita e por isso representa um perigo para os homens da vizinhança. Rose (Dorothy Duffy) e Crispina (Eileen Walsh) são mães solteiras. Por causa disso essas quatro mulheres são mandadas para um convento por seus familiares, com o intento de "pagar por seus pecados". Essa punição é por tempo indeterminado, o que significa uma vida de trabalhos forçados na lavanderia do asilo católico. As internas são conhecidas como "as irmãs Magdalena". Elas são humilhadas regularmente pelas madres, que não toleram desobediência, muitas vezes usando até mesmo castigos físicos.
Eu tenho a ligeira impressão de que já havia assistido a este filme... oÔ Ou talvez exista uma grande variável de filmes onde garotinhas são maltratadas por padres e freiras. Adorei. Do começo ao fim, me prendi a história. Morri para viver o filme. Revolta, ódio, poucas cenas de ação que interceptem pelas garotas (e elas por elas mesmas, especialmente!), mas, tudo aquilo gerou um grande ar inocente de quem crer fazer o que é certo, apesar das imposições da sociedade altamente regrada, disposta a chicotear qualquer um que saia da linha.
Do começo ao fim, fim mesmo, cada segundo, vale muito a pena. São filmes assim que atiçam nosso senso crítico, mexem, fazem de nós melhores. 100% aproveitável.
Gostaram?
Trabalhei algumas poucas horas. O que demorou mais foi expandir a quantidade de folhinhas... Só existia a que a garotinha da imagem está observando (nada como encrementar, não é verdade?).
O porquê da imagem é muito simples: amo o outono e o inverno. São períodos de alta criatividade para quem costuma escrever, pintar, fazer música (...).
O LABIRINTO DO FAUNO Guillermo del Toro, "El Laberinto del Fauno", México / Espanha / EUA, 2006
Sinopse: Uma garota e sua mãe se mudam para uma região da Espanha onde ainda há combates da Guerra Civil. No jardim da mansão em que mora a garota encontra um labirinto, que a leva a um mundo de fantasia. Dirigido por Guillermo del Toro (Hellboy) e com Sergi López, Federico Luppi e Maribel Verdú no elenco. Vencedor de 3 Oscars.
NÃO É UM FILME INFANTIL! Alguém, por favor, avise à produção deste longa que mostrar cenas de tortura e guerra é impróprio para crianças. EU, que costumo assistir filmes de Serial Killers, ESTREMECI no sofá da minha casa com tamanha brutalidade.
Quem está esperando um mundo mágico (como eu imaginei: "ah, deve ser como Nárnia!"), NEM TOQUE NO DVD!
A história ronda a imaginação de uma garotinha durante uma fase brutal da história do mundo: as guerras, as mortes, a violência (...). Lembra um pouco "A Vida É Bela" quando mostra o propósito de que "ainda há tempo para sonhar". O triste fim de uma história de dor e perda é acalentado pelo descanso da morte, onde, finalmente, todos podemos ser (ou, de fato, SOMOS) aquilo que sempre sonhamos ser, mediante nossa própria realidade.
ENTRETANTO, apesar de todo apelo, gostei da história que não se expande, mas existe, não se perde. A trilha sonora é fabulosa. A canção de ninar: BRILHANTE. A arte (fotografia/maquiagem/figurino)? Belíssima.
Esses dias...
Parei pouco em casa. Dormi na casa de Jubetch. Conversei e ri muito com Sthenio. Pensei e senti falta de Xavier. Quis telefonar (e o fiz) para Kleber. Consegui um estágio (e depois me desvinculei por causa de umas coisas). Meu curso de Corel Draw 13 está suspenso porque as salas estão em reforma. Saí com a sobrinha para o cinema e dei uma de "titia coruja". Aproveito as férias para ajudar mainha com umas coisas... E me afasto o máximo possível deste computador. ;)
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